
Elizah
(Elisah Álvares Rodrigues)
Erechim, RS
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Cantora. Compositora Viveu, na infância, em Moçambique. Filha
de um pastor e uma maestrina, de quem recebeu as primeiras noções
de teoria musical. Na adolescência, participou de corais da Igreja Anglicana,
no Rio Grande do Sul.
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Atuando em dupla, desde o início dos anos 1990, com o violonista Guinha
Ramires, montou o show Como o diabo gosta, que gerou disco homônimo
lançado em 1995, contendo parcerias de ambos.
Apresentou-se em diversos espaços como Centro Cultural São
Paulo, KVA, Projeto Teatro Sérgio Cardoso, Biblioteca Monteiro Lobato
e Supremo Musical, em São Paulo, Espaço das Artes,
no Rio de Janeiro, I Florianópolis in Jazz, na capital catarinense,
Teatro Paiol e Original Café, em Curitiba.
Em 1998, também com Guinha, lançou o CD Beijo manga,
gravado em Viena, com direção musical de Alegre Correa. O disco
contou com a participação de músicos do Senegal, Tunísia,
Uruguai, Áustria e Brasil. Constam do repertório suas canções
“Quebracera”, “Omelete”, “Rose cheia de pose”,
“Beira mar”, “Sons da infância”, “Zé
da Zilda”, “Ironildo”, “Samba pra inglês vê”,
“Ligadinho” e a faixa-título, todas em parceria com Guinha,
além de “Romance” (Nei Lisboa).
Em 2000, apresentou-se na Áustria, Alemanha e Portugal.
Representou o Brasil no Hallamasch Festival Étnico, realizado
em Viena.
Em 2003, lançou o CD Elizah, contendo “Euzinha”
(Tânia Maria), “Batuque de Pirapora” (Geraldo Filme) e “Bordado”
(Rodrigo Maranhão), ambas com a participação de Renato
Braz, “Negrinho do Pastoreio” (Barbosa Lessa), com a participação
de Yamandú Costa (violão e arranjo), “Grama verde”
(Vitor Ramil e André Gomes), “Linha de passe” (João
Bosco e Aldir Blanc), “Cofre de vidro” (Sérgio Santos e
Paulo César Pinheiro), “Choro bandido” (Edu Lobo e Chico
Buarque), “Eu quero ver” (Carlinhos Vergueiro, Landinho e J. Petrolino),
“Pra viajar no cosmos não precisa gasolina” (Nei Lisboa
e Augusto Licks), “O mar serenou” (Candeia), e “Brasil diarista”,
parceria da cantora com Filó Machado. À exceção
de “Negrinho do Pastoreio”, todos os arranjos foram assinados
por Daniel Sá, com a contribuição de Guello nas linhas
de percussão.
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Alguém especial (c/ Guinha Ramires)
Amigo quente (c/ Guinha Ramires)
Beijo manga (c/ Guinha Ramires)
Beira mar (c/ Guinha Ramires)
Brasil diarista (c/ Filó Machado)
Como o diabo gosta (c/ Guinha Ramires)
Ironildo (c/ Guinha Ramires)
Joaquina (c/ Guinha Ramires)
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Como o diabo gosta (1995) Independente CD
Beijo Manga (1998) Independente CD
Elizah (2003) MPB CD
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2000: Hallamasch Festival Étnico,
Viena, Áustria